Libertando-se de decretos malignos

Texto: Rm. 7:12/20- E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.
Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno.
Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.
Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.
E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.
De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.
Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.
Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.Romanos 7:12-20

“Pois o querer o bem está em mim, não o efetuá-lo.

Início: Essa é a expressão de angústia de um homem que Luta constantemente contra seus desejos mais secretos, porém condenáveis, desejos que rondam sua mente, desejos de um passado de perseguição e maldade.

Temos nós assimilado o mal que há no mundo, mesmo dentro da igreja, onde se prega o amor incondicional, a paz, e a caridade?
O mal que há no mundo tem prevalecido, quando deveríamos tomar a forma e Deus!
O mal já nos parece normal tamanha a carga de informações desencontradas e em desacordo com a palavra de Deus e o bem não passa de algo antigo e ultrapassado.
Porém, a barganha com esse mal, ao qual nos acostumamos e que, não nos parece tão letal assim, nos leva a um suicídio espiritual.
Deixar a fé de lado (como se fosse possível), como alguém que troca de roupa e deixa sua roupa de cristão em um cabide qualquer para, após efetuar o mal planejado e desejado que há em si, para depois disso, voltar e tomar sua roupa de cristão de volta e vesti-la novamente, digo que é quase impossível conseguir tal feito sem ajuda de alguém que continua na fé inegociável.
Mas, graças ao amor incondicional do Pai, Ele sempre estará esperando com um anel e uma sandália, guardados exclusivamente pala o filho que viu o mal do mundo de perto e percebeu que não pode viver longe do Pai!
Os pequenos atos de corrupção da mente nos levam a corromper o coração e isso nos afasta cada vez mais da presença de Deus, o qual é incorruptível e não aceita o pecado por menor que seja.
Uma mentirinha não deixa de ser mentira e um pecadinho continua sendo pecado.

Os decretos de fé.
São os decretos inegociáveis lançados sobre a vida do cristão, o qual, através dele rejeita toda e qualquer oferta maligna.

No livro de Atos 7: 54,60 , Estevão nos dá uma linda prova disso. Aquele que não negociou sua fé, nem mesmo em meio a injustiças lançadas contra ele, a qual o levaria a morte mais tarde, na bíblia relatada como “dormir”.
Ele foi instituído a diácono para assistir às viúvas, porém, apesar de ser um serviço honrado, para ele era muito pouco, ele queria mais e cheio da graça e poder (Atos 6:8), fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.
O decreto de fé na vida de Estêvão era tão grande que, durante sua execução e em meio a sua morte iminente, ele visualiza o céu, a glória de Deus e Jesus Cristo que está à sua direita.
Em meio à morte ele visualizou a vida eterna!
Tornara-se ali um verdadeiro imitador de Cristo: “Senhor, não lhes impute esse mal”, conforme Lc 23,34.

Se nosso coração é corrompido diariamente pelo mal e, temos dificuldade de crer que podemos reverter isso, devemos lembrar-nos do apóstolo Paulo que, enquanto Saulo, tinha em seu coração um decreto maligno de perseguição e morte e, após a morte de Estêvão, a qual ele mesmo consentia, houve um encontro com Cristo que escolheu a Saulo para decretos de fé, para propagação de seu amor!
O Senhor Jesus nos quer assim como estamos.
Aceite isso urgente e deixe que a transformação é por conta Dele! Amém

Autor: Pr Luiz